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sexta-feira, março 6, 2026
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Brincar ao ar livre é opção para os pais aproveitarem as férias com as crianças

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A temporada de férias chegou e nesse período surgem muitas dúvidas sobre quais atividades podem ser realizadas longe do ambiente escolar. A pedagoga da Escola Parlenda, Ana Julia Rodrigues, dá algumas dicas para as férias e aponta que atualmente a maioria das famílias mora na cidade e, por isso, as crianças foram habituadas a brincar em espaços muito limitados dentro de casa e das áreas de lazer dos condomínios. “São crianças que brincam com materiais produzidos em larga escala pela indústria, com o mesmo plástico por exemplo, inodoro, sem variação de cor ou textura”, afirma.

Assim, o desafio é enriquecer a experiência  das crianças com brincadeiras que promovam a sociabilidade, expandindo os sentidos e o contato com várias emoções. Ana Julia aponta que um dos ambientes mais favoráveis para isso é estar em meio à natureza.

Além de ser um espaço amplo, brincar ao ar livre traz inúmeras vantagens ao lazer dos filhos, que terão contato com as diferentes cores de um parque ou da praia, texturas ao correr pela grama ou pela areia, sons diversos, de passarinhos, vento ou mar. 

Elementos da natureza 

Nesses momentos divertidos, a criança vai ter contato com diversos planos de visão quando estiver subindo um pequeno morro ou uma árvore sob a supervisão dos pais. “Estando do lado de fora, abre-se um mundo multissensorial. Ao subir numa árvore, por exemplo, ela está trabalhando competências motoras, destreza, bem como a consciência espacial e corporal, e emoções como o medo”, exemplifica a coordenadora pedagógica da Escola Parlenda.

Proporcionar essas atividades junto à natureza favorece a formação do adulto que irá respeitar o meio ambiente, porque vai se apaixonando pelo mundo que o cerca, aprendendo, desde cedo, que faz parte dele, e sua vida depende da preservação dos recursos naturais. “O desejo de cuidar da natureza e termos atitudes sustentáveis começa com a construção dessa intimidade com a natureza, da consciência dessa interdependência”.

Cultura ativa e combate ao sedentarismo

Ana Julia aponta também outra vantagem das atividades com as crianças junto à natureza, que é a implantação de uma cultura ativa e não sedentária. Isso porque os pequenos constroem outra percepção do corpo e passam a ter prazer em estar em movimento, aprendendo por meio de uma caminhada ou escalada.

Esse exercício aos pequenos também gera oportunidades para que o filho aprenda por meio do contato com outras crianças, desenvolve a noção de compartilhar um lanche, por exemplo, e de dar apoio aos seus colegas para que superem o medo e tenham persistência. “Essas experiências são importantes para a vida e até mesmo para a saúde”, informa.

Pais precisam estar presentes e participar das atividades

Os adultos também podem usufruir e aproveitar essa oportunidade para se reencontrar com a natureza, dando apoio aos filhos e estreitando essa relação. “Se o pai repreende a criança de que vai se sujar no parquinho, ela vai entender que ali, na natureza, é um lugar ruim para brincar. Assim como pais que sempre alertam os filhos para o cuidado, eles não vão construir uma relação amigável na natureza”, alerta.

Assim, a dica para essas férias é viver tempo prolongado junto à natureza, sem dia ou hora para iniciar e terminar. Ela sugere lugares como praia, morros, matas, trilhas ou parques da cidade. Os pais podem proporcionar atividades criativas com os filhos, como jogar bola, realizar um piquenique em família, fazer um álbum de fotos de flores encontradas no passeio do quintal, entre outras. “Também é preciso que os pais estejam plenamente presentes, participando ativamente desse momento e não deixando a criança solta para que os pais possam voltar ao celular”, conclui a especialista.

Flacidez pós-emagrecimento: quais procedimentos estéticos podem ajudar

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Muitas pessoas querem eliminar os quilos a mais e se comprometem com a atividade física regular e a dieta equilibrada. Até aí tudo certo. Mas depois de conseguir o ‘shape’ ideal vem a flacidez. Mas por que isso acontece?

“Dezembro Laranja” e o câncer de pele: campanha reforça os cuidados com a exposição ao sol

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A chegada do verão traz a expectativa de uma estação bem quente e de muito sol. Por isso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) reforça o alerta no Dezembro Laranja, mês de conscientização do câncer de pele. 

Maior competição de edtechs do mundo, GESAwards terá semifinal brasileira no dia 6 de dezembro

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Evento foi criado pelo MindCET, núcleo de inovação e tecnologia de Israel, e recebe apoio de outras instituições mundiais ligadas à educação como o Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Inovação, que promove a iniciativa no Brasil e fará sua transmissão ao vivo pelo YouTube

Dez startups brasileiras disputam na próxima terça-feira, 6/12, a partir das 17h (horário de Brasília), as semifinais nacionais do maior campeonato de edtechs do mundo, o GESAwards. Criada pelo MindCET, núcleo de inovação e tecnologia de Israel, a competição tem o apoio de outras instituições globais ligadas à educação, como o Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Educação, que irá promover a etapa brasileira e realizar a transmissão on-line e ao vivo da disputa por meio de seu próprio canal no Youtube.

O GESAwards tem como objetivo fortalecer o ecossistema de edtechs para que elas ofereçam soluções criativas e contemporâneas à revolução da educação e da aprendizagem no mundo todo, e, somente na edição deste ano, a competição contou com a participação de mais de 6.000 startups do setor. 
Na etapa semifinal do Brasil, cada edtech terá quatro minutos para apresentar suas ideias aos júris por meio de videoconferência. A vencedora receberá o reconhecimento de edtech mais promissora do país e estará automaticamente classificada para a final mundial do GESAwards, que será realizada em 2023 em Monterrey, no México, onde irá disputar o título global com outras nove semifinalistas, além de participar de bootcamps, mentorias e rodadas de negócios com experts de todo o planeta.
As edtechs que participam da semifinal brasileira do GESAwards 2022 são: Educacross, EduqHUB, Estante Mágica, Evolucional, Jovens Gênios, Kiduca, Layers, Parças, Tecnolokid e o TutorMundi.Em 2021, a startup vencedora foi a NEDU, que apresentou uma plataforma baseada na gestão de dados que consegue identificar as necessidades dos alunos e, com isso, ajudar os professores a construírem os planejamentos.
GESAwards Brazil 2022
Quando: 6 de dezembro de 2022
Horário: 17 horas
Transmissão: ao vivo pelo canal do Educacional no YouTube

Jumpstart 2022 chega às lojas com cards de 46 temas diferentes e arte inspirada em animes

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Novo produto oferece oportunidade para jogar Magic: The Gathering de forma rápida e fácil, bastando que o jogador misture dois boosters de 20 cards cada e inicie os duelos com amigos

Quem sempre quis jogar Magic: The Gathering (MTG), mas dizia não ter tempo para montar um deck, não vai ter mais desculpa para não mergulhar nessa diversão. Nesta sexta-feira (2) chegam às lojas os boosters de Jumpstart 2022, um jeito rápido de jogar MTG. É muito simples! Basta que o jogador combine os cards de dois boosters de Jumpstart e ele estará pronto para pular direto para ação com um deck de 40 cards.

Cada booster de Jumpstart 2022 tem 20 cards, e a edição deste ano continua com a diversão do Jumpstart original, com 46 temas aleatórios e cheios de reimpressões de toda a história do Magic. Mesclando dois boosters, o jogador poderá criar combinações incríveis que misturam goblins, gatos, ratos e outras criaturas e magias. Em cada booster de Jumpstart 2022 haverá um card novo e outro com arte inspirada na estética de animes.

Além deste lançamento, a série Jumpstart já conta com boosters baseados em “A Guerra dos Irmãos” e “Dominária Unida”. Saiba mais sobre o Jumpstart 2022 clicando aqui.

Bullying está associado ao aumento da procura por cirurgias plásticas em adolescentes

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A adolescência é um período de muitas transformações, sejam elas corporais, emocionais ou comportamentais. E é nessa fase da vida que muitos pais ficam apreensivos, principalmente quando ouvem falar sobre bullying. Afinal, durante a puberdade é que as mudanças físicas chamam atenção e causam estranhamento entre os adolescentes.

Além do skincare: tecnologias auxiliam na melhora da qualidade e textura da pele

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Quando o assunto é a melhora da textura e qualidade da pele, logo pensamos na rotina de skincare, nos cuidados diários e nos dermocosméticos que encontramos por aí. Eles são importantes, claro, mas não suficientes, e devem ser complementados com as várias tecnologias existentes atualmente, principalmente quando o assunto é a melhora da parte superficial da pele.

E se há alguns anos os procedimentos estéticos pareciam ser algo distante da realidade da maioria das pessoas, hoje os consultórios dermatológicos oferecem tecnologias acessíveis aos pacientes, com tratamentos rápidos e sem downtime (tempo para recuperação), ou seja, alternativas extremamente eficazes para quem busca conforto, segurança e liberdade em poucas sessões.

Adriana Awada, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e membro fundadora da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, ressalta a importância de tratar todas as camadas da pele, e reforça a técnica chamada de “sanduíche” para ilustrar melhor os cuidados que devemos ter com o maior órgão do nosso corpo.

“A sustentação do nosso corpo depende de todas as camadas da nossa pele, músculos e gordura para que tudo esteja no lugar. Pensando num sanduíche, o pão debaixo seria a tecnologia de ultrassom microfocado para fazer o posicionamento da musculatura e de todas as camadas da pele. O queijo e o hambúrguer seriam os injetáveis, e o pão de cima seria uma radiofrequência para tratar a textura e a densidade da pele, clareando manchas, melhorando acne e vasos, fechando poros”, explica a médica.

Para tratamento de rejuvenescimento, é importante que o paciente confie nas indicações que seu dermatologista irá passar. “Ouça o médico que irá te tratar. Se você tem indicação de injetáveis e fica só na tecnologia, não vai funcionar. Se você tem indicação de tecnologia e só quer injetável, também não vai ter um resultado satisfatório. Ninguém vai ter um resultado perfeito se fizer só um deles. Um sanduíche precisa de todas as camadas”, reforçou Adriana.

Beleza no olhar

Cá entre nós: é muito agradável olhar para uma pele bonita, uniforme, sem manchas e com uma beleza natural, não é mesmo? Pois saiba que essa pele saudável é possível de ser conquistada através de tecnologias que tratam a camada superficial da pele.

É o caso do Futera, radiofrequência sem agulhas que foi desenvolvida para tratar as camadas superficiais da pele, de maneira versátil e segura. Ele atua na primeira camada da pele, podendo ser usado sozinho ou combinado com outras tecnologias e ativos para a melhora da textura, luminosidade e densidade.

Segundo Daniel Dziabas, médico dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o Futera entrega ao paciente uma experiência satisfatória, com recuperação rápida e excelentes resultados.

‘O Futera é a tecnologia perfeita para tratamentos aliados à infusão de outros medicamentos combinados como ativos de Drug Delivery, possibilitando a penetração nas camadas superficiais e intermediárias da pele, ou mesmo para ser utilizado em tratamentos combinados com outras tecnologias, como o ultrassom microfocado Liftera, por exemplo, para maximizar os resultados”, ressaltou.

Principais indicações do Futera

As principais indicações do Futera são para clareamento de manchas, fechamento de poros, correção de cicatrizes de acne, melasma e flacidez na região das pálpebras e ao redor da boca. 

A tecnologia também abre caminhos nas camadas da pele de uma forma totalmente não invasiva, onde é possível aplicar produtos individualizados de acordo com a necessidade de cada paciente – drug delivery, fazendo com que esses produtos penetrem na pele e otimizem os resultados.

Fernando Macedo, médico dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), ressalta a importância de tecnologias que tratam a camada superficial da pele e fala sobre a segurança e eficácia do Futera.

“Hoje em dia é muito possível trabalhar na prevenção do envelhecimento além do rejuvenescimento, com reposição de várias coisas que vamos perdendo ao longo do tempo, principalmente o colágeno, proteína que dá estrutura e firmeza para a pele. E nesse caso, o Futera entra como uma ferramenta muito versátil e inovadora, pois ele abre canais na pele e faz uma ação na derme superficial, abrindo canais para que as drogas entrem naquele espaço de forma facilitada pela tecnologia, deixando o tratamento ainda mais completo”, destacou.

Pele bonita, saúde em dia

Para o Dr. Daniel Dziabas, envelhecer bem e com saúde não significa ter nenhum tipo de manchas nem rugas, mas sim ter uma boa qualidade e densidade de pele.

“Se o processo de envelhecimento é algo contínuo, os tratamentos dermatológicos também devem ser. Precisamos aproveitar as tecnologias existentes e fazer tratamentos regulares para que a pele fique sempre hidratada e com uma uniformidade que nos garanta bem-estar e saúde”, finalizou o especialista.

Positivo Casa Inteligente explica como usar a Smart Fita LED Wi-Fi RGB para decorar ambientes e entrar no clima da Copa

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Com até 16 milhões de cores, ajustes de intensidade de brilho e timer para acender e apagar, dispositivo inteligente permite que usuário personalize a iluminação para torcer para o Brasil ou acompanhar outros jogos da competição

A participação do Brasil no torneio mais aguardado pelos fãs de futebol de todo o planeta está prestes a começar e a torcida nesse ano tem tudo para ser ainda mais imersiva, personalizada e inteligente. Graças à tecnologia e as soluções conectadas, como as da Positivo Casa Inteligente, a ambientação pode dar um clima diferente às partidas de futebol com cores customizadas para cada jogo, mudanças de intensidade da iluminação e até mesmo a criação de cenas sincronizadas com outros dispositivos smart. Para que torcedores comecem os preparativos e adiantem a decoração de suas casas, José Ricardo Tobias, responsável pela Positivo Casa Inteligente, plataforma da Positivo Tecnologia que oferece soluções baseadas em Internet das Coisas (IoT) para ambientes conectados, detalha alguns diferenciais da Smart Fita LED Wi-Fi RGB, o produto ideal para deixar qualquer lugar no clima perfeito da competição. 

“As fitas smart de LED estão cada vez mais integradas a projetos nas áreas de decoração e arquitetura, e conquistando consumidores por suas facilidades de uso, baixo consumo de energia e variação de cores. Nessa Copa serão um grande diferencial para quem quer reunir os amigos e fazer uma festa ainda mais imersiva e com as cores da seleção preferida”, conta Tobias. “Extremamente simples de instalar, a Smart Fita LED Wi-FI RGB da Positivo Casa Inteligente pode ser usada, por exemplo, para deixar o ambiente todo colorido com as cores do Brasil e até mudar de cor a partir de comandos de voz via Google Assistente ou Alexa”.

Os usuários podem escolher entre mais de 16 milhões de cores e ajustar intensidade do brilho de acordo com cada momento ou necessidade, além da possibilidade de programar horários para acender ou apagar. “A personalização é um dos grandes diferenciais das fitas LED inteligentes, já que o usuário pode fazer uma série de ajustes em tempo real, por voz ou via aplicativo gratuito. Antecipadamente, podem programar para que a luz esteja acesa em determinada cor durante o jogo e mude para outra no intervalo ou ao final da partida”.

Feita com material flexível e ajustável, tem 3 metros de comprimento e é um produto bastante versátil na decoração da casa, podendo ser utilizada para ressaltar um móvel, quadros, espelhos, nichos e sancas de gesso. “Algumas sugestões são emoldurar uma bandeira, decorar um bar ou até mesmo utilizá-las sincronizadas com as smart lâmpadas de bocal da Positivo, deixando o local ainda mais colorido”, destaca o especialista da Positivo Casa Inteligente. 

Para instalar a Smart Fita LED Wi-Fi RGB, basta desenrolar a fita, retirar a proteção adesiva, inseri-la no controlador e ligá-la à fonte de energia. O passo a passo do processo de instalação também está disponível no aplicativo gratuito da Positivo Casa Inteligente e pode ser realizado por qualquer pessoa.

A Smart Fita LED RGB Wi-Fi RGB da Positivo Casa Inteligente está disponível no site da marca por R$ 299.

Educacional destaca a importância da tecnologia no processo de ensino aprendizagem e no despertar do interesse dos alunos das novas gerações

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Meio poderoso de apoio à construção do conhecimento, tecnologia permite às escolas incorporarem novas linguagens do cotidiano dos estudantes e a derrubarem barreiras para a promoção de ensino mais conectado com a realidade

Em uma sociedade cada vez mais tecnológica, onde crianças e adolescentes dominam e usam essa linguagem para se comunicar, consumir informações e se divertir, as escolas precisam se atualizar e agregar inovação às suas propostas pedagógicas para se manterem atuais e interessantes aos alunos. Nesse cenário, o Educacional, Ecossistema de Tecnologia e Inovação, que há mais de 20 anos trabalha com soluções educacionais baseadas em tecnologia, destaca a importância dessa adaptação para promover um ensino mais conectado com a realidade. 

“A tecnologia, sozinha, não é a resposta, mas é um meio poderoso de apoio para tornar a escola um espaço que promova mais do que a transmissão de conhecimentos. A escola que não se abre para integrar novos recursos no seu cotidiano não atrai, perde espaço de interesse dos seus alunos, vira um ambiente estéril em uma sociedade pulsante e em crescente movimento. É função da escola a incorporação das novas linguagens e ferramentas do cotidiano para educar para uso consciente e derrubar muros, tornando o processo de aprendizado mais significativo e interessante”, afirma Andrea Maia de Santana, diretora da área de Sucesso de Cliente do Educacional.

Para potencializar o processo de ensino e aprendizagem, as tecnologias podem ser implementadas de diversas formas, inclusive por meio de sistemas simples de comunicação que permitem, por exemplo, aos alunos de diferentes escolas trabalharem em projetos comuns mesmo longe geograficamente. Em um mundo cada vez mais digital, essas ferramentas são capazes de engajar e estimular, entre outras valências, o trabalho em equipe, uma habilidade essencial na atualidade, inclusive além do contexto escolar. Do ponto de vista dos professores e gestores, a tecnologia abre portas para recursos que permitem diagnósticos mais precisos e individualizados, fundamentais para a definição de estratégias de ensino.

“O ‘segredo’ do sucesso sempre é a proposta pedagógica e hoje existem muitos recursos para que o professor consiga desenvolver inúmeras estratégicas para alcançar seus objetivos pedagógicos. Antes fazíamos um cartaz coletivamente, usando cartolinas e pinceis atômicos – e podemos continuar fazendo esse tipo de atividade, claro –, mas a tecnologia permite que o cartaz vire uma apresentação digital com imagens, sons e movimentos, e que diferentes pessoas possam acessar, a qualquer hora e de qualquer lugar”, destaca Andrea.

Além de estimular o trabalho em equipe e engajar os alunos, os métodos de aprendizado tecnológicos podem impulsionar o desenvolvimento do raciocínio lógico, aguçar a curiosidade, despertar o interesse e estimular diferentes habilidades, permitindo que os estudantes se desenvolvam de forma integral, já que corpo e emoções estão intrinsicamente relacionados ao desenvolvimento cognitivo. “Não se trata somente de deixar o ensino mais atraente e estimulante para os estudantes, mas de apresentar desafios, em níveis crescentes de dificuldade, que incentivem o engajamento deles. As soluções da LEGO® Education, o Aprimora e as Mesas Educacionais são exemplos que apresentam inúmeras possibilidades de utilização didática e, por isso, podem ser recursos extraordinários para apoiar o trabalho do professor em sala de aula”, destaca a diretora do Educacional.
 Em relação aos próximos anos, o Educacional destaca a necessidade das escolas, tanto as privadas quanto as públicas, respeitarem suas próprias características e seguirem em busca de soluções e formas de apoiar o desenvolvimento baseado na incorporação de tecnologias que impulsionem seus trabalhos pedagógicos. “Provedores de soluções tecnológicas, como o Educacional, também precisam participar ativamente dessa imersão, levando expertise, considerando as particularidades de cada uma e pensando em formas de melhorar a usabilidade de soluções até mesmo para criar alternativas a locais com limitações de acessos, por exemplo”, explica Andrea. “É nossa missão tornar a tecnologia uma ferramenta de apoio para o processo de ensino aprendizagem significativo e voltado para resolução dos desafios futuros e também do presente”.  

É preciso entender e falar a linguagem da Geração Alpha para estimular sua aprendizagem 

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*Por Regina Silva

Crianças estão tão conectadas com a tecnologia que já não causa mais estranhamento a facilidade com que elas manuseiam aparelhos como tablets e celulares. Parece até que aquele pequeno dedo indicador foi programado para deslizar sobre as telas sensíveis ao toque. Essas crianças da chamada geração Alpha estão inseridas em meio à tecnologia desde o seu nascimento. Por isso, a interação delas com as telas é mais do que natural e quase instintiva. 

Vale lembrar que os pertencentes a uma geração não são todos iguais, mas as pessoas nascidas em uma mesma época são influenciadas por determinados fatores históricos e, por isso, apresentam comportamentos e costumes semelhantes. No caso da geração Alpha, formada por crianças nascidas a partir de 2010, a estimativa é de que haverá cerca 2,5 bilhões delas no mundo em 2025, o que faz dessa a maior geração da história. Diferentemente dos Millenials – nascidos entre 1980 e 1995 – e parte da geração Z – nascida de 1996 a 2009, os Alphas não precisaram se adaptar às mudanças tecnológicas. Eles não conhecem o mundo sem a presença de tais inovações. Para esse grupo, usar a tecnologia já é algo intrínseco do dia a dia, assim como comer, andar e falar.

Para esses jovens, tudo é muito rápido e perguntas são respondidas quase que instantaneamente, seja por um simples toque nas ferramentas virtuais de pesquisa ou pelo uso de assistentes virtuais. As tendências tecnológicas e as mudanças que acontecem de forma rápida e exponencial formam essa geração que é ligada diretamente a essas transformações e ditam a forma com que interagem com o mundo. Por isso, a educação para eles e a maneira com que constroem o conhecimento é diferente das demais gerações.

Conforme crescem e amadurecem, essas crianças tendem a desenvolver maior senso de independência, até pela facilidade com que conseguem resolver demandas pessoais, como baixar um jogo sozinhas ou aprender algo novo. Elas são incentivadas a interagir com as inovações, e a forma com que constroem o conhecimento está baseada nessas experiências. Ou seja, elas aprendem fazendo.

Como adequar o ensino para atender a esses estudantes tão ativos e conectados? As escolas precisam propor uma aprendizagem com formatos adequados à geração Alpha, falar a língua desses jovens, o que não quer dizer abandonar os cadernos, livros ou professores.

Assim, práticas como a Cultura Maker, uma evolução do “faça você mesmo”, são extremamente valiosas já que tornam o ensino mais dinâmico e sensorial. Aprender fazendo permite que os alunos experimentem diferentes papéis, além de serem estimulados a pensar em soluções para desafios do dia a dia. Com as metodologias ativas, esses jovens se tornam protagonistas no desenvolvimento do seu conhecimento, reforçando o espírito autônomo dessa geração.

A inclusão da tecnologia no processo de ensino também gera maior interesse por parte dos alunos, já que seu uso nas escolas aproxima a realidade dessas crianças ao que vivenciam no processo de aprendizagem, garantindo um ensino com base nos seus interesses. Mas, claro, é preciso atenção. Por outro lado, essa realidade tão conectada também pode gerar nas crianças e jovens Alpha dificuldade de concentração, ansiedade, menor tolerância à espera e frustração.

É nessa esfera que papel da escola é ainda mais importante. É preciso aproveitar o que a tecnologia tem de melhor para minimizar tais efeitos colaterais. Ao disponibilizar soluções educacionais que desenvolvam as habilidades socioemocionais, por meio do ensino interdisciplinar STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática), as instituições propiciam um ambiente para o fortalecimento de importantes competências como comunicação, colaboração, criatividade, confiança e resiliência.

É possível fortalecer o protagonismo dos alunos, que passam a ser autores do conhecimento, dando a oportunidade ao professor de se tornar um mediador dessa jornada, fazendo com que as crianças vivenciem e reflitam sobre o que estão aprendendo.

O fato é que cada geração precisa de uma atenção específica e, por isso, é importante que as escolas estejam atentas a essas necessidades para formar os cidadãos do presente e do futuro, apoiando-os da melhor forma possível na jornada de ensino-aprendizagem.

*Regina Silva, diretora pedagógica do Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Inovação, área da Positivo Tecnologia para negócios de educação.